Archive for the 'Curiosidades' Category

DEPOIS DE UM ADEUS, o REGRESSO

Tuesday, March 31st, 2009

 

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Apetece-me voltar qualquer dia. Mas para contar histórias. Ficção.

Lilia Bernardes

FELIZ NATAL

Tuesday, December 23rd, 2008

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Presidente da AMI lança blogue pessoal

Friday, December 19th, 2008

Entre algumas das mais recentes acções de apoio na vertente internacional, a AMI destaca a  construção no Afeganistão, de um orfanato, uma escola e um centro médico, de um centro de apoio a toxicodependentes e doentes com HIV/SIDA na Malásia,  do dormitório do orfanato Don Bosco, no Sri Lanka ou de diversos centros de formação e capacitação profissional para as mulheres senegalesas. Em Angola e na Guiné-Bissau, a AMI ajudou a combater o surto de cólera que vitimou milhares de pessoas e neste mesmo contexto, prepara-se agora para intervir no Zimbabué.
 
Aproveitando o significado do dia, o Presidente da AMI, Dr. Fernando Nobre, lançou também dia 10 de Dezembro, o seu blogue pessoal. Denominado “Contra a Indiferença”, pode ser visitado em http://fernandonobre.blogs.sapo.pt
 

Lília Bernardes

Problemas de identidade

Saturday, November 22nd, 2008

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Quando chego a casa ele GRITA de uma maneira que nunca ouvi um gato fazer. A minha filha chama-o “buzina”. Eu chamo-o “corneta” e a minha mãe “nacional”.

Lília Bernardes

 

 

Outra forma de ver a imagem

Saturday, November 8th, 2008

No momento em que o simbolo nazi foi usado - mesmo como forma de contrapropaganda - no parlamento da Madeira pelo deputado do PND (havia outras formas de protesto);  quando por dá-cá-aquela-palha se usa e abusa do termo fascista como forma de insulto ( dr. Jardim é um dos que gosta desta palavra),  por favor não se banalize a História. Em memória de todos quantos sofreram e morreram às mãos de ideologias totalitárias, racistas, desumanas, faça um clique em:

http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html

Lilia Bernardes

Marx vende mais em tempo de crise

Wednesday, October 15th, 2008

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Com o sistema financeiro em crise, a teoria marxista ganha novo fôlego. As vendas de O Capital, a obra maior de Karl Marx, estão «claramente a aumentar», disse hoje Jörn Schütrumpf da editora Karl-Dietz-Verlag, informou a AFP.

Noticia: Semanário SOL

PS: Mas não vale  virem, agora, com teorias do “nós é que tínhamos razão”. Não se esqueçam que  Marx foi manipulado e deturpado até à vigésima geração.

Talvez seja realmente bom voltar a lê-lo à luz do século XXI. Consulte:

http://www.cidehus.uevora.pt/investigacao/progcien/linv/l3/ics/capitulos/1_ciencias_humanas_e_sociais/1_2/1_2_3_economia/1_2_3_economia.htm#marxistas

 O CIDEHUS.UE é uma unidade de investigação da Universidade de Évora - http://www.cidehus.uevora.pt/ - que se propõe promover projectos interdisciplinares no domínio das Ciências Humanas e Sociais.Tendo sido criado em 1994, é um centro que agrupa especialistas e formandos que estudam as problemáticas da Europa do Sul e do Mediterrâneo numa perspectiva essencialmente comparada. Os seus investigadores provêm de diferentes áreas do saber, organizam-se em três grandes grupos de trabalho e têm revelado um crescente dinamismo na articulação entre pesquisa, elaboração teórica, formação avançada e apoio à comunidade. 

Lília Bernardes   

 

Sugestão de Leitura

Wednesday, September 10th, 2008

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 A História da Europa desde 1945. O autor, Tony Judt, Lord Owen, foi ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido de 1977-79 e antigo co-presidente para a Conferência Internacional sobre a ex-Jugoslávia.

O fim da Guerra Fria, o desmoronar do império soviético, a Velha e a Nova Europa, a Nato pós 11 de Setembro de 2001…

960 páginas de reflexão. Um epílogo soberbo intitulado «Da Cada dos Mortos, um ensaio sobre a memória europeia contemporânea».

Judt, Tony, PÓS-GUERRA. História da Europa desde 1945, Edições 70, Lda, 2ª edição, Março 2007

 

Lília Bernardes

Este mês nunca mais acaba

Monday, August 25th, 2008

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Não sei qual era o livro único da instrução primária que tinha uma “lição”, a páginas tantas, intitulada “Luar de Agosto”. A imagem ficou. Em criança, morada então na Estrada Monumental quando esta era zona rural de bananeiras e vinha com casas térreas edificadas em terrenos de colonia - o Funchal começava a partir do Reid’s - lembro-me de olhar à noite para o mar que rodeava o ilhéu do Gorgulho à procura dessa luz que, segundo o texto, inundava as eiras, onde rapazes e raparigas se juntavam cantando e dançando conforme ditavam as regras do Estado Novo. E fiquei triste porque concluí que nas ilhas esse luar do livro não se espelha na água. Só nas eiras. E essas estavam na aldeia da minha mãe. O mais aproximado que vivi foi a festa da Senhora da Ajuda, na capelinha da família Zino, no último domingo de Agosto. São saudades de menina que sempre que estreava uns sapatos, gostava mais do visual de um pé do que do outro. Que esfrangalhava os casaquinhos de angorá sem saber que tinham sido feitas com pelinho de coelho especial. Os espirros que eu dei!

Com o andar do tempo, a mudança de profissão, fiquei a odiar Agosto, tal como o sapato do pé direito e o casaquinho de peluche.  Há anos que não tiro férias neste mês de defeso jornalístico sem luar nas eiras. Ai como eu espero Setembro…

Lilia Bernardes

 

As “queijadinhas” intragáveis do Café do Teatro e outros

Sunday, August 24th, 2008

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É inadmissível que alguém coloque aquelas porcarias à venda e a que preço! Os responsáveis por aquelas “coisas” deviam ser obrigados a comê-las todas. Não são queijadas são aldrabices que tentam impingir aos clientes. Espero que toda a gente devolva aquela mistela com ar queque, não pague e peça o livro de reclamações (parece que ao fim de semana fica trancado, mas não pode!). Ocupar o passeio e dar-se ares de moda é pouco para manter o status. Já agora, também já percebi que os outros bolinhos com ar de fresco são produto de descongelação. Pelo preço, não valem. Antes os docinhos dos velhos carrinhos da Avenida do Mar que paravam junto às paragens dos “horários”. Aliás, hoje em dia são poucos os lugares que apresentam criatividade na doçaria vendida no Funchal. Os cafés e pastelarias que ganharam fama…ficaram-se pela fama.

Lilia Bernardes

Parabéns Filipe Malheiro

Thursday, August 7th, 2008

Muitas vezes não concordo com o Filipe Malheiro. Mas tanto ele como eu, temos o direito de ter opiniões diferentes. Venham elas. Mas  é justo reconhecer que finalmente alguém do PSD-M chama o nome às coisas. Refiro-me ao texto publicado no “Ultraperiferias” sobre a tese de doutoramento de Liliana Rodrigues. Infelizmente, já muita gente foi embora. E, às vezes, é o que apetece fazer. Um dia disseram-me: “Mulheres como você não fazem nada nesta terra. Vá-se embora». Obrigada, caro gestor. Fez-me um grande favor porque nesse dia jurei a mim própria que quem decidia a minha vida era eu. A frase acompanhou-me desde os anos 90. Mas eu estou aqui. Você? Não sei. Nem quero saber. Ser filha da terra com rótulo de enteada foi fardo que os burros comeram. Espero bem que Liliana Rodrigues siga livremente a sua vida. Mas não é fáci, convenhamos porque a partir de uma certa altura é um caminho solitário. Há dias um assessor dizia-me que, como jornalista, eu prestava “um mau serviço à região”. Já agora, eu não presto serviço a nenhum poder. Não tenho amo nem senhor. E assim continuarei. É genético.

Lília Bernardes